Oi sumido! E finalmente aconteceu hein! 1 ano sem postagens! 2016 foi um ano muito intenso de fato. E aqui estamos nós! 10 anos depois, quanta coisa que aquela menina de 15 anos não sabia, talvez só não soubesse menos do que essa de 25 que vos fala. Vamos atualizar as coisas, já sou pediatra, estou casada a 2 meses com o melhor marido do mundo, vulgo Conrado, aquele meu namoradinho do início do blog. Esses 10 anos de relacionamento mostraram que fomos feitos um para o outro, e quando tudo estava perfeito, casa, emprego, amor, eis que Conrado embarca. 2 períodos de 6 meses. E aqui fico eu, sozinha na minha casa pela primeira vez. Que saudade da menina preocupada com a física.
Carreira: pneumopediatria
Familia: vai bem
Amigos: os mesmos maravilhosos de sempre (tenha poucos mas que sejam insubstituíveis)
Amor: inabalável, com uma saudade que não cabe em mim (os.: ele embarcou há 1 semana e eu já estou nesse nível de carencia).
Nós se vê por aí.
terça-feira, 30 de maio de 2017
Oi sumido.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Bela.
Ah vida, não tente me enganar, você tem sido um carrasco
implacável ao longo dos anos. Porque dar e tirar ao mesmo tempo? Sabe, achei
que você tinha dado um tempo, tipo uma folga, as coisas estavam nos trilhos,
mas quando olho pros lados, percebo que o meu redor todo é afetado por você,
todos os dias. E eu ingênua achando que estava sendo deixada quieta, mas a
verdade é que quando quem você ama sofre, parte de você vai junto.
Espero muito que você sabia bem o que está fazendo, porque
tem destruído planos de pessoas que executariam eles com maestria. As vezes eu
paro pra pensar, e no fundo acho que eu simplesmente parei de me importar, e
por isso me afeto menos. Se vou ser intensivista pediátrica ou largar tudo e
viajar o mundo como esposa, tanto faz, a gente vê depois.
Mas nem todo mundo tem esse leque, seria legal ser legal, só
pra variar. Sabe, não é Amanda não ser defensora, mas e a falta do brilho nos
olhos dela que eu nem vi, mas sei que se esvaiu. Não é Conrado não passar na
petrobras, mas foram os 6 meses até eu ver ele voltar a ter a ambição que tanto
lhe é própria. Não é medo da minha mãe ficar desempregada, mas ser realizada.
Não é o Marcos ser demitido, mas dormir tranquilo.
Quanto a mim, não se preocupe, não é que eu não esteja preocupada,
só não sei por onde começar. Então não começo.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
I'm just a soul whose intentions are good.
Eu bebo vinho, mas ainda doce para lembrar o gosto que a vida deveria ter pra mim. Residência, pediatria, enfim médica. Ouvindo Kill Bill soundtrack porque nem todos os gostos se perdem com o tempo. Mais pesada em mais aspectos do que eu gostaria. Menos amigos, mais laços, e lençóis. Muito muito muito sono mesmo, dinheiro na conta. Casamento ou bicicleta? Definitivamente não quero equilibrar mais minha vida em duas rodas. Amor não é mais complicado. Escrever é um privilégio, tem um café na minha mesa, marcando a rodela da caneca que nunca mais vai sair dalí. Mais fácil sair eu. A lista de coisas pra estudar continua lá, mas incrivelmente crescendo mais devagar do que as coisas novas que eu venho aprendendo fora das linhas.
Oh lord, please don't let me be misunderstood.
Oh lord, please don't let me be misunderstood.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Orgulho.
I never dared to be radical when young For fear it would make me conservative when old. Nessas eleições eu nunca fiz mais sentido pra mim mesma.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Antes nunca do que tarde.
Feliz ano novo!!!
Olá a todos meus zero leitores! Eis que começa 2014, só que
não. E porque essa escritora relapsa só vem lhes dar a cara na metade final do
ano? Já teve carnaval, já teve pascoa, tá tendo copa e nada de ter a minha vida
nesse espacinho. Então vamos aos motivos:
Eu me encontro com 22 anos, e no momento que lhes escrevo
estou no meu primeiro ultimo dia de férias escolares, ou seja completei o 11º
período dos 12 da minha longa faculdade de medicina, e como nunca me foi
escondido, fazer medicina é o capeta, e no fim do ano tem prova para
residência, e eu quero ser pediatra e minhas apostilas estão atrasadas, e nesse
momento eu deveria estar lendo e amanha tem estágio e STAPH. Ok, ponto 1 claro,
estou surtando com tudo que eu TENHO que aprender nos próximos 5 meses, se eu
quero ser uma boa médica. Junto com isso eu ainda mantenho meu namoro de 3 anos
e meio, ou 5 anos e meio, ou 7 anos e meio, vai saber como se fazem as contas
quando se termina e volta, mantenho minhas amizades do tempo do colégio, e
tento lidar o melhor possível com as novas da faculdade, tentando não
odiá-las após ter que fazer meu TCC em grupo, e por fim, mas não menos desgastante obstante meus pais me
cobrando cada vez mais um tempo que eu tenho cada vez menos por estarem vendo
que eu estou crescendo.
Quero, até o fim do ano, ou até o fim da vida, escrever pra
vocês o que eu sinto em relação a medicina, e a neonatologia; quero contar do
meu estágio, que pode nem mais ser estágio, quero dar minha opinião sobre a Dilma
e falar dos meus cães que me fazem tão feliz. Quero alar sobre o tempo e coisas
banais da vida, mas acho que vou só dizer isso pra vocês mesmo, o que eu quero.
Porque no fim das contas a essência de ser adulta, pra mim,
é querer muitas coisas e poder executar poucas. Pelo menos me resta ambição.
Ah, e minha opinião sobre a Dilma cabe aqui, rapidinho:
Filha da puta.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Quinta-feira.
Ela, que pensava que sabia de tudo sobre ela, de como as
coisas funcionavam e da verdade, esqueceu de perceber que as coisas aconteciam
sem o controle dela.
Por estar muito ocupada, o tempo passou, e aquele pedido de
desculpas não foi dito, aquele trabalho fantástico não foi pra frente, e aquele
convite perdeu o timing.
Por estar muito distraída esqueceu de dizer que amava, de
dizer que odiava ou de tentar mudar as coisas.
Simplesmente a vida inundou cada cantinho de espaço vago, de
uma forma tão sutil, que ela ainda achava que decidia o que fazia ou deixava de
fazer.
Não decidiu nada, não escreveu o livro, não reinventou a própria
realidade, não tirou as melhores notas, não percebeu que tinha virado adulta. E
talvez não tenha virado.
Não importa o que ela acha que sabe ou o que sabe de fato, a
realidade não espera nada da gente.
domingo, 3 de novembro de 2013
Hoje.
Vim aqui ver como você estava, hesitei, mas decidi escrever um pouquinho, alguma coisa que seja, só pra não deixar passar em branco.
A falta de tempo continua um horror. Acho engraçado e triste
ao mesmo tempo ver como as coisas mudam tanto com os meses, mas continuam tão
iguais. Não tiraria uma letra do post anterior hahahahaha.
Acho que o tempo tem passado tão, mas tão rápido, que quando
eu mudo alguma coisa na minha vida, já se passou meio ano, e eu não vi passar
nem uma semana. É o caso do meu estágio, começou e termina esse mês e nenhuma
resenha aqui. Quanto a ele, acho que tenho certeza, é pediatria; já o que
dentro da pediatria me complica um pouco mais.
Ainda quero mudar o mundo, mas por hora preciso passar de
ano, cumprir carga horária no fim de semana, conciliar tempo entre namorado,
amigos e família e estudar pra passar na residência. E pensar que quando isso
aqui começou nem faculdade eu fazia ainda.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Em falta.
Mês 8, uma única postagem no ano. Estou em falta. Com meus amigos, com meu namorado, com minha família, com minha balança, com meus estudos, com meu blog, comigo mesma. Só não falta cansaço.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Procrastinando durante a procrastinação.
Olha eu aqui sem estar depressiva! E antes que esse momento
bom humor acabe, um update pra futuros natais: sempre tequila e nunca, nunca
mesmo armas.
Então, partindo pro hoje, tá tudo erradinho, e por incrível que pareça a gente acha uma zona de conforto no meio disso. Tenho que voltar a procrastinar o inicio dos estudos até que ele efetivamente comece.
Então, partindo pro hoje, tá tudo erradinho, e por incrível que pareça a gente acha uma zona de conforto no meio disso. Tenho que voltar a procrastinar o inicio dos estudos até que ele efetivamente comece.
Beijos e trabalhe na coesão Natália.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
12/12/12.
Depois da faculdade, ocorreu uma coisa engraçada na minha
vida. Como ela é dividida em semestres, minha vida também é. E assim tenho a
nítida impressão que esse é o segundo final de ano do meu ano. Eu gostaria de
estar escrevendo meu balanço para a minha posteridade do que foi esse ano/semestre,
mas ainda hoje, 12/12 e eu não sei. Se eu estou escrevendo aqui já dá pra imaginar,
boas as coisas não estão né, mas ai eu me pergunto, alguma vez estiveram?
Porque eu posso reler os mais longínquos textos daqui e vou achar alguma
insatisfação. Por hora é digno de nota ( ou minhas notas foram dignas de):
INTERNATO. Aquela conquista que não significa absolutamente nada, mas que me
custou quase mais do que eu poderia ter me dado. Parabéns pra mim ^^. Quem sabe
minhas conquistas acadêmicas consigam melhorar as coisas, nem que
paliativamente.
E não me venha com natalidades, porque esse ano acho que
está na hora de crescer e parar de acreditar na magia do natal. Um dia esfregam na nossa cara que papai Noel não existe.
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