quinta-feira, 20 de maio de 2010

Meus Caros Amigos II.


É, acho que finalmente tive coragem de escrever sobre isso aqui, olha , demorou mais de uma semana e ainda sim minha garganta está doendo; fazer o que, acho que essas coisas demoram mesmo. Fiquei surpresa como não sei lidar bem com isso, a sociedade sempre te ensina que namoros acabam, mas e quando isso envolve as amizades? Pode ser utópico, mas sempre achei que as amizades fossem pra sempre, jurei a qualquer um que meus amigos não, nós nunca nos separaríamos, era diferentes, era mais forte, éramos um grupo, onde claro, haviam algumas preferências, mas em que todos gostavam muito uns dos outros. Mas e ai? E quando as coisas não são do jeito que você previu? E quando são seus melhores amigos que te fazem chorar, se sentir mal, te acusam de ser uma pessoa horrível, te isolam, te excluem, te acusam de se fazer de coitada? E quando as opiniões se dividem, assim como o grupo? E quando você vê que não tem mais volta, que algo foi ferido demais?
Ninguém explica o protocolo, e o pior, justo seus amigos não estão mais ali, pra quem você vai recorrer?
Acho que vai passar, passa pra todo mundo, mas também não sei se todo mundo alguma vez já teve uma experiência de amizade como eu tive. Pelo menos isso atribuo como sorte, a pesar de não ter mais eu sei que tive por algum tempo o maximo que alguém pode ter de amor e diversão com amigos, de defender, brigar por, de ter certeza que são meus irmãos.
Ok, as condições de escrever acabam aqui, achei que fosse conseguir fazer isso até o fim, mas esse é outro lado que eu também estou conhecendo, o do descontrole emocional, você acha que tem controle dele até que ele atinge algo que realmente te tira o chão.
Nha, qualquer hora eu continuo.
Ou não.

terça-feira, 16 de março de 2010

São as águas de março.



Fechando o verão, é a promessa de vida no teu coração.

domingo, 14 de março de 2010

Babi.

A foto aqui de cima é de uma das minhas melhores amigas, que além de ótima amiga é ótima fotógrafa, como a assinatura dela saiu pra ajustar a imagem, fica aqui o flickr
http://www.flickr.com/photos/barbarareis
;*

quinta-feira, 11 de março de 2010

50!

ok, essa não é a postagem 50, é a 51, mas não ia apagar a debaixo
\o\ |o| /o/
Ps.: to agitada hoje

Beijos.

Caso um atual namorado passe aqui, eu te amo a 365 dias ;)

Oi.

Caso um ex-namorado visitante do blog passe por aqui, oi, foi legal te ver hoje, sem magoas =)

A sala de estar.

Olá? Tem alguém aqui? Perguntou ela adentrando aquela grande sala vazia.
De fato não parecia ter ninguém ali lhe fazendo companhia, resolveu então que se sentaria a iria ler um pouco, e assim ficou por um tempo, até que o livro se extinguisse.
Por que não chegava ninguém, por que estava ali sozinha, se perguntava enquanto tentava manter a calma. Uma certeza muito clara ela tinha, o lugar lhe era familiar, mas não da forma como se encontrava, costumava estar cheio e lotado de pessoas falando e rindo, era dividido em quatro ambientes pelo que se lembrava.
O primeiro, logo abaixo da janela, um pouco mais afastado em função da conformação em L daquele salão era onde costumava ficar sozinha; lia, pensava, dormia, de vez em quando se dedicava a estudar a fim de tornar-se apta a exercer o oficio da medicina que tanto queria, possuía cores claras e era muito confortável, daqueles que você se sente acolhido, nenhum tecido era pesado, nada tinha muita informação, era o espaço que ela melhor conhecia apesar de não ser o que mais lhe ocupava o tempo.
O segundo já era totalmente diferente desse, agitado e inquieto, não se encontrava sozinha lá, sempre havia uma figura inquisitória a qual ela não gostava muito de ter que encarar, o grande problema é que para adentrar os outros espaços era obrigatória sua passagem. Nem sempre, no entanto sua passagem ali se fazia penosa, de forma que ela se questionava se o excesso de informações ali a cobravam ou a acalentavam, mas independente de qualquer divagação tinha que atravessá-lo, e fazia-o com uma pericia admirável, muitos que viriam adiante dali diriam que era difícil dizer se passariam por ali com tamanha astucia- mesmo que ela não se achasse digna de tal comentário.
Não sabiam eles o quanto valia o esforço, o terceiro ambiente era festivo, colorido, animado, quente, mas não to tipo que te incomoda, mas que te dá um abraço no frio, lá, repleto de pessoas amorosas e felizes ela se sentia no melhor lugar do mundo, claro, como em qualquer lugar apinhado com umas 10 pessoas acontecem alguns contratempos, nem sempre se via a todos felizes, mas em geral todos diriam se questionados que era o melhor lugar do mundo.
O quarto – e ultimo cômodo- era bem grande, ocupava um espaço fundamental, não era tão apinhado quanto o anterior, e suas cores eram um misto de quentes e frias, lá encontrava um colo, um ombro amigo, um corpo quente, mas também turras, desentendimentos e cobranças, o que as vezes fazia com que o espaço parecesse menor e menos agradável do que de fato era, mas ainda sim, por uma razão que transpassava o conhecimento daquela jovem, era o que ela queria tornar todos os dias, por que sabia que ali de uma forma ou outra se sentiria bem.
Era aquela sala toda um misto de sensações, pessoas, opiniões, brigas e sentimentos, e por mais cansada que ficasse daquilo tudo, ver aquilo agora, vazia daquele jeito deixava-a destruída,
Quando aquilo fora acontecer?
Onde estavam todos ?
Cansada depois de algum tempo cedeu ao sono e ali adormeceu.
Não sei por quanto tempo aquela pequena ficou naquele estado, mas depois de algum tempo a voz inquisitória a veio acordar, havia caído no sono no meio de uma tarde ordinária.
Daquele dia em diante, teve medo de perder até as mais insignificantes desavenças, independente de serem bons ou mal momentos que passava ali com aquelas pessoas, eram a coisa mais fantástica que ela tinha, e nunca mais ela viveu sem eles.
Fim.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Meus Caros Amigos.

Hum, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Beirut, já era de se imaginar que eu fosse dar as caras por aqui, não tem como não ficar sentimental.
Tinha decidido a cinco minutos atrás que deixaria um depoimento pra cada um dos meus melhores amigos, mas parei depois de dois; não tem como decidir escrever assim de ímpeto para todos e ficar bom, são tão únicos, diferentes, a inspiração que bate pra um não serve ao outro.Acho que a única coisa que caberia escrever em todas aquelas janelinhas limitadas de 1024 caracteres( que numero aleatório não ?!) é eu te amo, amo você, é graças a você que eu sou mais feliz todo dia, mesmo que a distancia; e derivações dessa rasgarão de seda, por que é a mais pura verdade.
Obrigada por me ouvirem, me animarem, me criticarem, me chatearem, me cobrarem e por não saírem do meu lado nem quando eu sou relapsa, esquecida, atolada, entulhada, chata.
Não é dia dos amigos, mas hoje, agora pra mim, nesse exato momento, é dia dos meus amigos, que com certeza são os melhores do mundo inteiro!
Sim, esse post é só isso, sem maiores divagações, e pra ser um pouquinho chatinha e manter a tradição, elas estão chegando! *.* Luzezinhas!!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Maioridade penada.

Deu aquele apertinho estranho, daqueles que você não sabe bem por que dá, mas dá. Já pensei ser problema com o namorado, com as amigas ou o eterno conflito mae-filha, mas sei lá.
No fundo não achei bem a explicação.
A faculdade também não me respondeu muita coisa além de vou te dar trabalho.
Deve ser só frescura. Algo como meus 17 anos reprimidos e assustados com a chegada dos 18. Pra ser bem sincera é exatamente isso. Acho que finalmente consegui por em palavras, por que 18, por que maioridade, por que responsabilidades de adulta sem as prerrogativas!
Meu deus! Não me dêem um carro na mão, e que história é essa que eu estou sendo habilitada pra ser médica? Quem disse que eu posso ser dona do meu nariz se sempre me toliram de viver a vida, correr riscos, tomar decisões?
Seria tão mais fácil se as coisas tivessem sido ensinadas aos poucos...
Mas os pais acham por bem não deixar com que os filhos vivam suas vidas pra não se machucarem, e ai ficamos assim, sobrecarregados de responsabilidades e amadurecimentos rápidos demais, inesperados demais, como se supetão. Ao menos pra mim veio...
Ufa, acho que agora durmo, acho que as palavras de desabafo me acalentaram um pouco.
Boa noite a quem fica.

sábado, 18 de julho de 2009

Só de birra.


Eu tinha escrito um post enorme e com sentido pra por aqui. Ok, eu tinha escrito um post enorme pra por aqui, mas isso nao vem ao caso. Só de birra bonequinhas russas pra vocês.( mentira é pra mim tá )
Bye aos leitores e à coerência.