terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ps.:

Caralhow! 5 anos que eu tenho esse blog =O

Privacidade?

Minha mãe me faz de empregada nas férias – fato. Mas esse post não tem nada haver com isso, mas sim com o fato de que eu digo isso por aqui e não pelo twitter ou facebook, de fato faria muito mais sentido escrever isso naqueles balõezinhos que ficam indagando : O que você está pensando?. O problema é que quando fui escrever naquilo a minha mente na hora me disse: não cabe a essas pessoas saberem o que eu estou pensando, na verdade cabe apenas a poucos amigos.

Acho que o tempo passou e eu não me adequei a esse tipo de redes sócias, acho que algumas satisfações eu não dou nem a minha mãe tipo “estou comendo”, “vou dormir”, imagina então dividir minhas divagações com todas as pessoas que eu já vi por 5 minutos – ou não e por isso me adicionaram ali?! Elas não fazem parte do meu verdadeiro ciclo social.

Ok ok, eu sei que isso aqui também não é um templo de privacidade, mas quem vem aqui ou de fato é meu amigo, ou é um forasteiro qualquer e não o irmão da amiga daquela menina que você conheceu no bar e te adicionou em sei lá o que.

Bom, acho que essa é uma revolta inglória, a tendencia é cada vez mais as pessoas explanarem suas vidas num outdoor, quem sabe com o tempo eu não cedo, mas por enquanto fica entre amigos : Puta que pariu, não aguento mais arrumar a casa! Urgh.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sem luzezinhas.

Esse ano não houveram luzezinhas nas árvores da praia. Esse ano o natal não foi a mesma coisa.

terça-feira, 30 de novembro de 2010




A Quoi ÇA Sert L'amour

Edith Piaf

A quoi ça sert l'amour ?
On raconte toujours
Des histoires insensées.
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour ne s'explique pas !
C'est une chose comme ça,
Qui vient on ne sait d'où
Et vous prend tout à coup.

Moi, j'ai entendu dire
Que l'amour fait souffrir,
Que l'amour fait pleurer.
A quoi ça sert d'aimer ?

L'amour ça sert à quoi ?
A nous donner d' la joie
Avec des larmes aux yeux...
C'est triste et merveilleux !

Pourtant on dit souvent
Que l'amour est décevant,
Qu'il y en a un sur deux
Qui n'est jamais heureux...

Même quand on l'a perdu,
L'amour qu'on a connu
Vous laisse un goùt de miel.
L'amour c'est éternel !

Tout ça, c'est très joli,
Mais quand tout est fini,
Il ne vous reste rien
Qu'un immense chagrin...

Tout ce qui maintenant
Te semble déchirant,
Demain, sera pour toi
Un souvenir de joie !

En somme, si j'ai compris,
Sans amour dans la vie,
Sans ses joies, ses chagrins,
On a vécu pour rien ?

Mais oui ! Regarde-moi !
A chaque fois j'y crois
Et j'y croirai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !
Mais toi, t'es le dernier,
Mais toi, t'es le premier !
Avant toi, 'y avait rien,
Avec toi je suis bien !
C'est toi que je voulais,
C'est toi qu'il me fallait !
Toi qui j'aimerai toujours...
Ça sert à ça, l'amour !...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

Passou.

Queria eu ter mil palavras bonitas pra descrever a sensação que vem depois que passa a dor e a angustia, mas nunca fui muito dada as letras-nem elas a mim. É mais ou menos o que deve se passar na cabeça daquela criança que chora e soluça compulsivamente até que refreia todo o espetáculo com um simples “pronto, passou, passou”.
Acho que o espetáculo para por aqui, juntamente quando começa da minha tranqüilidade, posso não saber o rumo que as coisas vão tomar, mas voltei a ter total controle sobre mim mesma, e por hoje isso está de bom tamanho.
Uma Boa Tarde!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ode a Carmem.

Minha vida é uma ópera, concluía ela enquanto ia encontrar sua amiga, de todos os dias aquele parecia ser o pior. A sensação de anestesia que vinha sentindo se dissipava e um grande aperto tomava conta, mas anda sim não tinha conseguido chorar.
A impulsividade faz com que a gente faça coisas que não deveríamos, ninguém foge a isso, tal qual ela naquele dia, e ouvir a voz dele naquela noite fez com que no dia seguinte finalmente acontecesse; debulhou-se em lagrimas, quis gritar, quis que o mundo desaparecesse, quis que não tivesse mais que pensar, mas tudo ainda estava lá: o mundo, a dor, a angustia e o pior, seus pensamentos.
O tempo passa, as coisas melhoram, é sempre assim não é? À noite a anestesia já havia voltado, e no dia seguinte aquela leve dorzinha de sempre... Por que não podemos racionalizar tudo? Por que a coisa certa a fazer não faz sentido?
O problema a partir daqui é que a história toma caminhos entremeados, a dor dói diferente mas dói ainda sim, talvez seja uma boa idéia dar uma chance a aquela vozinha que fala lááá no fundo e diz, vai lá e fica com ele, o problema é que essa vozinha nem sabe a quem ela se refere, só sabe que de ambas as formas ela estará arriscando mais uma vez seus sentimentos a escarnificação, ou não.
Bom, nesse momento a dor parou, nossa pequena Carmem seguirá sua vida, e em breve lhes conto o que aconteceu, só uma coisa lhes (e me) garanto: ela será muito feliz.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Seria mais fácil.

Natália diz:
bu
ex bom é ex babaca
daquele que te traiu 5 vezes
te sacaneou
e tentou bater na sua mãe bebado
que ai a gente não mantem amizade
e não dá essas merdas

Fuuuuuuuuu.

Sabe quando tudo está dando certo, então, é nesse momento que sua mente decide, "Ah é? Sua vida tá boa de mais? Vou surtar!".
E lá se vai minha paz de espirito...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Meus Caros Amigos II.


É, acho que finalmente tive coragem de escrever sobre isso aqui, olha , demorou mais de uma semana e ainda sim minha garganta está doendo; fazer o que, acho que essas coisas demoram mesmo. Fiquei surpresa como não sei lidar bem com isso, a sociedade sempre te ensina que namoros acabam, mas e quando isso envolve as amizades? Pode ser utópico, mas sempre achei que as amizades fossem pra sempre, jurei a qualquer um que meus amigos não, nós nunca nos separaríamos, era diferentes, era mais forte, éramos um grupo, onde claro, haviam algumas preferências, mas em que todos gostavam muito uns dos outros. Mas e ai? E quando as coisas não são do jeito que você previu? E quando são seus melhores amigos que te fazem chorar, se sentir mal, te acusam de ser uma pessoa horrível, te isolam, te excluem, te acusam de se fazer de coitada? E quando as opiniões se dividem, assim como o grupo? E quando você vê que não tem mais volta, que algo foi ferido demais?
Ninguém explica o protocolo, e o pior, justo seus amigos não estão mais ali, pra quem você vai recorrer?
Acho que vai passar, passa pra todo mundo, mas também não sei se todo mundo alguma vez já teve uma experiência de amizade como eu tive. Pelo menos isso atribuo como sorte, a pesar de não ter mais eu sei que tive por algum tempo o maximo que alguém pode ter de amor e diversão com amigos, de defender, brigar por, de ter certeza que são meus irmãos.
Ok, as condições de escrever acabam aqui, achei que fosse conseguir fazer isso até o fim, mas esse é outro lado que eu também estou conhecendo, o do descontrole emocional, você acha que tem controle dele até que ele atinge algo que realmente te tira o chão.
Nha, qualquer hora eu continuo.
Ou não.