Queria eu ter mil palavras bonitas pra descrever a sensação que vem depois que passa a dor e a angustia, mas nunca fui muito dada as letras-nem elas a mim. É mais ou menos o que deve se passar na cabeça daquela criança que chora e soluça compulsivamente até que refreia todo o espetáculo com um simples “pronto, passou, passou”.
Acho que o espetáculo para por aqui, juntamente quando começa da minha tranqüilidade, posso não saber o rumo que as coisas vão tomar, mas voltei a ter total controle sobre mim mesma, e por hoje isso está de bom tamanho.
Uma Boa Tarde!
domingo, 31 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Ode a Carmem.
Minha vida é uma ópera, concluía ela enquanto ia encontrar sua amiga, de todos os dias aquele parecia ser o pior. A sensação de anestesia que vinha sentindo se dissipava e um grande aperto tomava conta, mas anda sim não tinha conseguido chorar.
A impulsividade faz com que a gente faça coisas que não deveríamos, ninguém foge a isso, tal qual ela naquele dia, e ouvir a voz dele naquela noite fez com que no dia seguinte finalmente acontecesse; debulhou-se em lagrimas, quis gritar, quis que o mundo desaparecesse, quis que não tivesse mais que pensar, mas tudo ainda estava lá: o mundo, a dor, a angustia e o pior, seus pensamentos.
O tempo passa, as coisas melhoram, é sempre assim não é? À noite a anestesia já havia voltado, e no dia seguinte aquela leve dorzinha de sempre... Por que não podemos racionalizar tudo? Por que a coisa certa a fazer não faz sentido?
O problema a partir daqui é que a história toma caminhos entremeados, a dor dói diferente mas dói ainda sim, talvez seja uma boa idéia dar uma chance a aquela vozinha que fala lááá no fundo e diz, vai lá e fica com ele, o problema é que essa vozinha nem sabe a quem ela se refere, só sabe que de ambas as formas ela estará arriscando mais uma vez seus sentimentos a escarnificação, ou não.
Bom, nesse momento a dor parou, nossa pequena Carmem seguirá sua vida, e em breve lhes conto o que aconteceu, só uma coisa lhes (e me) garanto: ela será muito feliz.
A impulsividade faz com que a gente faça coisas que não deveríamos, ninguém foge a isso, tal qual ela naquele dia, e ouvir a voz dele naquela noite fez com que no dia seguinte finalmente acontecesse; debulhou-se em lagrimas, quis gritar, quis que o mundo desaparecesse, quis que não tivesse mais que pensar, mas tudo ainda estava lá: o mundo, a dor, a angustia e o pior, seus pensamentos.
O tempo passa, as coisas melhoram, é sempre assim não é? À noite a anestesia já havia voltado, e no dia seguinte aquela leve dorzinha de sempre... Por que não podemos racionalizar tudo? Por que a coisa certa a fazer não faz sentido?
O problema a partir daqui é que a história toma caminhos entremeados, a dor dói diferente mas dói ainda sim, talvez seja uma boa idéia dar uma chance a aquela vozinha que fala lááá no fundo e diz, vai lá e fica com ele, o problema é que essa vozinha nem sabe a quem ela se refere, só sabe que de ambas as formas ela estará arriscando mais uma vez seus sentimentos a escarnificação, ou não.
Bom, nesse momento a dor parou, nossa pequena Carmem seguirá sua vida, e em breve lhes conto o que aconteceu, só uma coisa lhes (e me) garanto: ela será muito feliz.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Seria mais fácil.
Natália diz:
bu
ex bom é ex babaca
daquele que te traiu 5 vezes
te sacaneou
e tentou bater na sua mãe bebado
que ai a gente não mantem amizade
e não dá essas merdas
bu
ex bom é ex babaca
daquele que te traiu 5 vezes
te sacaneou
e tentou bater na sua mãe bebado
que ai a gente não mantem amizade
e não dá essas merdas
Fuuuuuuuuu.
Sabe quando tudo está dando certo, então, é nesse momento que sua mente decide, "Ah é? Sua vida tá boa de mais? Vou surtar!".
E lá se vai minha paz de espirito...
E lá se vai minha paz de espirito...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Meus Caros Amigos II.

É, acho que finalmente tive coragem de escrever sobre isso aqui, olha , demorou mais de uma semana e ainda sim minha garganta está doendo; fazer o que, acho que essas coisas demoram mesmo. Fiquei surpresa como não sei lidar bem com isso, a sociedade sempre te ensina que namoros acabam, mas e quando isso envolve as amizades? Pode ser utópico, mas sempre achei que as amizades fossem pra sempre, jurei a qualquer um que meus amigos não, nós nunca nos separaríamos, era diferentes, era mais forte, éramos um grupo, onde claro, haviam algumas preferências, mas em que todos gostavam muito uns dos outros. Mas e ai? E quando as coisas não são do jeito que você previu? E quando são seus melhores amigos que te fazem chorar, se sentir mal, te acusam de ser uma pessoa horrível, te isolam, te excluem, te acusam de se fazer de coitada? E quando as opiniões se dividem, assim como o grupo? E quando você vê que não tem mais volta, que algo foi ferido demais?
Ninguém explica o protocolo, e o pior, justo seus amigos não estão mais ali, pra quem você vai recorrer?
Acho que vai passar, passa pra todo mundo, mas também não sei se todo mundo alguma vez já teve uma experiência de amizade como eu tive. Pelo menos isso atribuo como sorte, a pesar de não ter mais eu sei que tive por algum tempo o maximo que alguém pode ter de amor e diversão com amigos, de defender, brigar por, de ter certeza que são meus irmãos.
Ok, as condições de escrever acabam aqui, achei que fosse conseguir fazer isso até o fim, mas esse é outro lado que eu também estou conhecendo, o do descontrole emocional, você acha que tem controle dele até que ele atinge algo que realmente te tira o chão.
Nha, qualquer hora eu continuo.
Ou não.
terça-feira, 16 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Babi.
A foto aqui de cima é de uma das minhas melhores amigas, que além de ótima amiga é ótima fotógrafa, como a assinatura dela saiu pra ajustar a imagem, fica aqui o flickr
http://www.flickr.com/photos/barbarareis
;*
http://www.flickr.com/photos/barbarareis
;*
quinta-feira, 11 de março de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
